Soudos, 29 de Março de 2008
Festa de Aniversário do Dr. Fernando Azevedo Mendes, Secratário da Mesa da nossa Assembleia Geral
Com presença de todos os “Manos Velhos”, primas, cunhadas e cunhados, filhos, netos e muita “sobrinhagem” o Dr. Fernando festejou as suas 82 primaveras (completadas no passado dia 25 de Março) na Adega da Casa dos Soudos, num dia primaveril memorável (escolha de eleição do S. Pedro).
Os convivas foram brindados com grande sortido de entradas, vinhos seleccionados da Adega Cooperativa de Tomar e um magnífico ensopado de borrego confeccionado pela Maria José. Depois das saladas de fruta e doces teve lugar o impressionante bolo de anos a relembrar os velhos tempos de cavalaria do aniversariante.
Seguiu-se uma projecção de fotografias em que foram repescados muitos acontecimentos da vida do casal Fernando/Luizinha: nascimentos , baptizados, férias, casamentos dos filhos e outros. O presidente da Associação aproveitou também para projectar algumas fotos dos acontecimentos mais recentes (peregrinação a Fátima a partir dos Soudos em Outubro de 2007, Assembleia Geral de Dezembro de 2007, poda da vinha em Janeiro de 2008 e construção das novas portas da Adega na semana pascal).
Parabéns ao Dr. Fernando!
domingo, 13 de abril de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
Dez fotos sobre a construcção das portas
Esta reportagem fotográfica foi feita entre o dia 19 e 23 de Março e cobre as diversas fazes da construção das novas portas da nossa Adega
Construcção das novas portas da Adega
Reportagem dos trabalhos de construção de novas portas para a Adega
18 a 23 de Março de 2008
Quando o associado e meu colega da Direcção, António Barata, se prontificou para executar umas novas portas para a Adega eu logo me ofereci para colaborar nesse projecto. O Tó conseguiu uma carrada de pranchas e barrotes de madeira já usada mas em condições de ser reaproveitada e então nós programámos os trabalhos para a semana da Páscoa. Chegámos terça-feira e Domingo de manhã ainda fizemos os últimos acertos e colocámos os últimos parafusos nas velhas dobradiças reaproveitadas das portas antigas.
Na terça-feira fizemos o trabalho de escolha, transporte e preparação da madeira; na quarta o trabalho da estrutura das duas portas; na quinta o enchimento com o tabuado, na sexta o trabalho mais fino dos perfis para os janelões e as respectivas portadas interiores, no Sábado a colocação das ferragens e o trabalho de metalurgia de acerto a adaptação das antigas dobradiças. O mestre António trouxe de seu atelier de carpintaria toda a ferramentaria necessária para podermos executar uma obra desta envergadura (para além das duas malas com ferramentas manuais, serra mecânica de mesa, plaina mecânica, tupia, serra de tico-tico e berbequim). O trabalho não se limitou à carpintaria: mestre António ainda se teve de aventurar a fazer trabalho de ferreiro para modificar e adaptar as velhas dobradiças. Para isso utilizámos uma pequena forja para levar o ferro ao rubro, martelo e bigorna e ainda máquina rebarbadora e de corte de metal (equipamentos que felizmente havia lá nos Soudos). Tivemos várias ajudas que tenho muito gosto em referir: desde o Zé Pedro que no primeiro dia ainda se fartou de arrancar pregos velhos às pranchas e barrotes, à Ana Rita que fez trabalho de plaina para preparar as madeiras usadas nas portadas das janelas, às netas do mestre, Mariana e Marta que varreram várias vezes os montes de serradura, aos sobrinhos Pedro e Gonçalo que vieram de Cem Soldos para nos visitar no Sábado e ainda colaboraram no trabalho de acerto e desbaste das dobradiças com a máquina rebarbadora, ao André e Pedro Sena Nunes que nos socorreram nos trabalhos braçais de movimentação, colocação e ajuste das portas, ao Tio Manel que acompanhou os trabalhos com gosto e entusiasmo e que foi a Torres Novas de propósito para comprar os vidros para as janelas, e por fim “last but not the least” ao apoio e encorajamento da minha filha Joana, da minha mulher Isabel e da minha maninha São, que trabalharam na retaguarda para manter a casa em ordem, as refeições as horas e entreter as crianças endiabradas.
(segue repotagem fotográfica)
18 a 23 de Março de 2008
Quando o associado e meu colega da Direcção, António Barata, se prontificou para executar umas novas portas para a Adega eu logo me ofereci para colaborar nesse projecto. O Tó conseguiu uma carrada de pranchas e barrotes de madeira já usada mas em condições de ser reaproveitada e então nós programámos os trabalhos para a semana da Páscoa. Chegámos terça-feira e Domingo de manhã ainda fizemos os últimos acertos e colocámos os últimos parafusos nas velhas dobradiças reaproveitadas das portas antigas.
Na terça-feira fizemos o trabalho de escolha, transporte e preparação da madeira; na quarta o trabalho da estrutura das duas portas; na quinta o enchimento com o tabuado, na sexta o trabalho mais fino dos perfis para os janelões e as respectivas portadas interiores, no Sábado a colocação das ferragens e o trabalho de metalurgia de acerto a adaptação das antigas dobradiças. O mestre António trouxe de seu atelier de carpintaria toda a ferramentaria necessária para podermos executar uma obra desta envergadura (para além das duas malas com ferramentas manuais, serra mecânica de mesa, plaina mecânica, tupia, serra de tico-tico e berbequim). O trabalho não se limitou à carpintaria: mestre António ainda se teve de aventurar a fazer trabalho de ferreiro para modificar e adaptar as velhas dobradiças. Para isso utilizámos uma pequena forja para levar o ferro ao rubro, martelo e bigorna e ainda máquina rebarbadora e de corte de metal (equipamentos que felizmente havia lá nos Soudos). Tivemos várias ajudas que tenho muito gosto em referir: desde o Zé Pedro que no primeiro dia ainda se fartou de arrancar pregos velhos às pranchas e barrotes, à Ana Rita que fez trabalho de plaina para preparar as madeiras usadas nas portadas das janelas, às netas do mestre, Mariana e Marta que varreram várias vezes os montes de serradura, aos sobrinhos Pedro e Gonçalo que vieram de Cem Soldos para nos visitar no Sábado e ainda colaboraram no trabalho de acerto e desbaste das dobradiças com a máquina rebarbadora, ao André e Pedro Sena Nunes que nos socorreram nos trabalhos braçais de movimentação, colocação e ajuste das portas, ao Tio Manel que acompanhou os trabalhos com gosto e entusiasmo e que foi a Torres Novas de propósito para comprar os vidros para as janelas, e por fim “last but not the least” ao apoio e encorajamento da minha filha Joana, da minha mulher Isabel e da minha maninha São, que trabalharam na retaguarda para manter a casa em ordem, as refeições as horas e entreter as crianças endiabradas.
(segue repotagem fotográfica)
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