Publiquei no dia 21 de Junho foto de Teodora com dois dos seus genros.
Publico agora foto de Teodora com as suas três filhas: Virgínia, Victória e Maria
Associação Amigos da Cerca - Soudos
Publiquei no dia 21 de Junho foto de Teodora com dois dos seus genros.
Publico agora foto de Teodora com as suas três filhas: Virgínia, Victória e Maria
Porque saíu de difícil leitura, transcreve-se agora a notícia em causa:
"De passagem para Fátima passaram por esta localidade muitíssimos peregrinos que de longe vieram de carroça, de bicicleta e a pé. Dentre esses apraz-nos destacar 200 soldados da Escola Prática de Engenharia de Tancos, comandados pelo Sr. Tenente Vaz Pinto , tendo como subalterno o Sr. Alferes Miliciano José Azevedo Mendes."
O artigo "O Almonda pela escrita e orientação de Alberto Dinis da Fonseca, Carlos Azevedo Mendes e Augusto Azevedo Mendes" foi publicado em três números da revista "Nova Augusta":
No nº 33 de 2021 foi publicado a 1ª e 2ª partes do artigo
No nº34 de 2022 foi publicado a 3ª parte
No nº35 de 2023 foi publicado a 4ª parte
I - Introdução
O objectivo deste artigo é analisar e tentar caracterizar o
envolvimento de três figuras de grande
impacto na sociedade torrejana no passado século XX, e na vida deste semanário
– Alberto Dinis da Fonseca, Carlos Azevedo Mendes e seu irmão Augusto Azevedo
Mendes. Deixarei de fora outras figuras
com participação regular e também marcante neste jornal como sejam o Padre
Maya, Artur Gonçalves, Gomes Santos, Faustino Bretes e ainda Manuel Pinho. Também
não abordarei temas culturais e desportivos que, com maior ou menor relevância,
estiveram sempre presentes neste semanário.
Embora na maioria das vezes Alberto, Carlos e Augusto não
assinem os seus artigos é possível com alguma certeza determinar a autoria pelo
estilo próprio da escrita de cada um. Augusto também usa vários pseudónimos
como “Mirone”, “Spectator”, “Olímpio” ou simplesmente as letras “A” ou “AM”(1).
Delimitarei
a minha análise ao período temporal que vai desde 19 de Junho de 1921 (nº100)
até final de 1962 (nº2270) que foi o ano em que faleceram Alberto Dinis da
Fonseca e Carlos Azevedo Mendes (seu irmão Augusto falecerá em 1969).
Considerarei
quatro períodos neste longo percurso da década de 20 até à década de 60 do
século passado.
II – Períodos a Considerar
1º período 1921 – 1925 Cruzada da “Boa Imprensa” e defesa do Centro
Católico
Corresponde à Direcção (embora não
assumida publicamente) de Alberto Dinis da Fonseca, em que o jornal é
completamente capturado pela cruzada da “boa imprensa”, movimento que pugnava
pela reconquista da liberdade de culto (entenda-se católico) e pela liberdade
do ensino religioso nas
escolas. O torrejano D. Manuel Mendes dos Santos (arcebispo de Évora) e o
causídico Alberto Dinis da Fonseca são duas figuras centrais desta cruzada.
Durante este período nasce o “Centro Católico” partido de que Alberto se torna
o leader local e que defende nas páginas do “seu” jornal. Este período termina com o Dr. Alberto a
entregar a Direcção deste jornal ao seu amigo e correligionário do Centro
Católico, Carlos Azevedo Mendes.
2º período 1926 – 1934 O corporativismo em marcha e o apoio às
obras de assistência locais
Carlos Azevedo Mendes afirma-se localmente como Provedor da
Misericórdia e como leader dos interesses políticos ligados à Igreja. Exerce a Direcção
efectiva do jornal ao qual consegue dar um cunho mais regionalista, defende nas
suas páginas os interesses económicos locais e a nascente politica corporativa
que o seu antigo colega de Coimbra, Salazar, começa a pôr em marcha. A doutrina
social da Igreja e o magistério do Papa e bispos são temas de 1ª página com
frequentes transcrições e comentários. Já no capítulo da doutrinação tanto
cívica como moral ressaltam os artigos de Augusto Azevedo Mendes em defesa do
conceito de família cristã e de luta contra a pobreza, luta essa baseada na
virtude da Caridade. Este médico, bem conhecedor da grande miséria existente no
Concelho, fruto das frequentes visitas domiciliárias que faz, clama sem grande
sucesso por melhores condições de habitação e higiene para os operários e
trabalhadores da vila e do concelho. As iniciativas de caracter assistencial
levadas a cabo pela Misericórdia têm também no Almonda grande divulgação e
patrocínio pela pena tanto de Carlos como de Augusto.
3º período 1935 – 1950 Continuação da defesa do “salazarismo”,
apoio crítico ao fascismo, ao nacional socialismo e apoio incondicional ao
franquismo
A importância política de Carlos Azevedo Mendes afirma-se a
nível nacional com a nomeação para representante das Misericórdias na primeira
legislatura da Câmara Corporativa. Também a nível local Carlos Azevedo Mendes é
nomeado para Presidente da Comissão Administrativa da Câmara de Torres Novas. A
ocupação destes cargos implicará um inevitável afastamento do dia a dia do
jornal. Este afastamento é compensado pela presença assídua e regular de seu
irmão Augusto nas páginas do Almonda. A doutrinação corporativa e a defesa do
Estado Novo são preocupações constantes, ao lado do apoio aos colégios locais e
às iniciativas assistenciais. Os temas do fascismo em Itália, do
Nacional-Socialismo na Alemanha, bem como a guerra civil em Espanha e a
consequente segunda grande guerra são versados por ambos os irmãos como
veremos. A política de neutralidade de Salazar durante este conflito é também
defendida e louvada.
Em Abril de 50 Carlos Azevedo Mendes deixa a presidência da
Câmara mas continua como deputado na Assembleia Nacional para onde tinha
entrado no início da IV Legislatura em 1945.
4º período 1951 – 1962 O aparecimento mais notório da contestação
ao regime a nível interno e internacional e a continuação da defesa acérrima e
crispada do Salazarismo e do mito do “Império”.
Passado o
período de maior aceitação da política de Salazar a nível nacional, fruto do
saneamento das contas públicas e da política da neutralidade activa durante a
guerra de 39 a 45, começa a aumentar a contestação ao regime tanto a nível
interno como internacional. Carlos e Augusto dramatizam as posições nos seus
escritos acenando com o papão do bolchevismo e da anarquia (ou nós ou o caos).
As eleições presidenciais de 1951, com o aparecimento da
candidatura de oposição ao regime, são tratadas no Almonda com artigos que
tentam lançar o descrédito sobre a figura de Norton de Matos e apelam com
insistência à defesa do partido único, a “União Nacional “, e do seu candidato
Craveiro Lopes. Igualmente acontece em 1958 com a defesa do candidato Almirante
Américo Tomás e ataques ao General Humberto Delgado (apesar deste ser filho do
Concelho de Torres Novas).
Em 1957, no final da VI legislatura, Carlos Azevedo Mendes,
deixa a vida política activa, mas continua em Torres à frente da Misericórdia
local e deste jornal, até à data do seu falecimento.
"Nova Augusta" nº31 2019
Este trabalho tem como fonte principal e quase única as
actas das reuniões das sucessivas vereações, desde 21 de Agosto de 1935, data
da tomada de posse da Comissão Administrativa presidida por Carlos Azevedo
Mendes até 10 de Abril de 1950, altura em que termina funções por causa da
incompatibilidade do cargo com o exercício da advocacia.
Introdução
São perto de 15 anos de vida autárquica que correspondem
também à afirmação e consolidação do “Estado Novo” a nível nacional. Neste
processo Carlos Azevedo Mendes teve um papel activo como figura muito próxima
de Salazar a quem o ligavam laços de amizade desde o tempo de estudante em
Coimbra. O modelo centralizador e autoritário do Chefe do Governo foi em parte
replicado por Carlos Azevedo Mendes na autarquia de Torres Novas mas havia um
diferença de estilo importante: enquanto Salazar se fechou na redoma do seu
gabinete onde só entravam meia dúzia de “escolhidos” e “yes men”(1), Carlos
Azevedo Mendes cultivava alguma proximidade
popular e não fugia à confrontação com os seus opositores políticos
locais. Até finais de 1945 o papel da restante vereação é secundário,
limitando-se a aprovar sistematicamente as propostas do presidente. A
intervenção de Carlos Azevedo Mendes na sessão de 9 de Janeiro de 1936 sobre o
Recenseamento Eleitoral é paradigmática : “Pelo Presidente foi declarado que
fará ele próprio parte da Comissão concelhia organizadora do recenseamento
eleitoral não nomeando pois qualquer delegado”. A partir de 1946 com a
acumulação de funções de deputado e de presidente da Câmara, Carlos Azevedo
Mendes começa a entregar progressivamente a gestão camarária nas mãos do Vice-
Presidente, Dr. António Alves Vieira, até que, com a sua demissão em 10 de
Abril de 1950, este passa a substituí-lo primeiro interinamente e depois
definitivamente.
Na análise de mais de 600 actas das reuniões camarárias do
período acima referido, privilegiaremos as intervenções de carácter mais social
e político. Deixaremos de fora a contabilidade autárquica, sua politica fiscal,
pagamentos (que vinham todos às sessões camarárias), licenciamentos e as redes
escolares e viárias da responsabilidade do município. A questão da estrada de
Argea para o Entroncamento que aparece logo no início será uma excepção pelo
grande cunho político que teve.
([1]) Curiosamente registam-se duas excepções no comportamento típico de Salazar durante este mandato: uma ida ao Entroncamento com o Ministro das Obras Publicas por causa da questão da Estrada de Árgea e a visita surpresa que fez à Exposição/Feira de Produtos Regionais em Santarém.
publica-se a introdução deste artigo, saído na Revista Nova Augusta nº28 do ano de 2016:
INTRODUÇÃO
O presente artigo pretende abordar a
actividade política de Carlos Azevedo Mendes na Câmara Corporativa e na
Assembleia Nacional entre as décadas de trinta e cinquenta do século passado[1]. Na Câmara Corporativa, foi
procurador em representação das misericórdias, tendo sido escolhido em
Assembleia Geral, realizada em Coimbra em 1934. Cumpriu o mandato de três anos
entre 1935 e 1938, na primeira legislatura desta Câmara, integrado na secção de
“Interesses Espirituais e Morais”. Na Assembleia Nacional, foi eleito pelo
círculo de Santarém para as IV, V e VI legislaturas, entre 1945 e 1957, tendo
exercido o mandato de deputado em acumulação com a presidência da Câmara de
Torres Novas entre 1945 e 1950.
A sua presença nas duas câmaras constitui
uma continuação do seu envolvimento político desde o tempo da sua vida
estudantil, num aggiornamento
ideológico ligado à acção católica. Neste contexto importa fixar algumas
coordenadas: presidente do Centro Académico de Democracia Cristã (Coimbra, 1910-1911,
no último ano da sua licenciatura em direito); procurador à Junta Distrital de
Santarém (1917-1926); secretário-geral do Segundo Congresso do Centro Católico
Português (1922, sendo António de Oliveira Salazar um dos outros secretários);
candidato a senador pelo Centro Católico pelo círculo de Santarém (1925)[2].
Enquanto a eleição para procurador da
Câmara Corporativa em 1935 parece resultar dum processo genuíno em que Carlos
Azevedo Mendes é indigitado a partir de uma Assembleia Geral a nível nacional
das misericórdias[3],
já 10 anos depois a eleição para deputado resulta duma nomeação política ditada
pela confiança pessoal que Salazar deveria ter no seu antigo colega e
companheiro de luta no Centro Académico de Democracia Cristã de Coimbra[4]. As listas para deputados
para a Assembleia Nacional eram objecto de especial atenção do chefe do governo
e para as quais pedia ou aceitava a colaboração de algumas figuras políticas
que lhe estavam mais próximas[5]. Depois, os nomes
escolhidos tinham a eleição garantida pela mão do partido único – a União Nacional[6].
[1]
No âmbito da preparação deste
artigo, cumpre-me agradecer à Drª. Manuela Poitout, ao Dr. Rui Costa
(Bibliotecário da Assembleia da República) e ao Doutor Nuno Estevão Ferreira
(Centro de Estudos de História Religiosa, Universidade Católica Portuguesa)
todo o apoio prestado no domínio das suas especialidades.
[2] Sobre a
actividade política de Carlos Azevedo Mendes, veja-se Manuela Poitout, «Carlos
de Azevedo Mendes: religião e poder em Torres Novas na primeira metade do
século XX», Revista Nova Augusta, nº
24 (2012): 22-30; Marta Carvalho dos Santos, «Mendes, Carlos de Azevedo
(1888-1962)», em Dicionário biográfico
parlamentar (1935-1974). Vol. II (M-Z), dir. Manuel Braga da Cruz e António
Costa Pinto, com a colaboração de Nuno Estevão Ferreira (Lisboa: ICS,
Assembleia da República, 2005), 119-120; Rita Almeida Carvalho, A Assembleia Nacional no Pós-Guerra
(1945-1949) (Lisboa: Ed. Assembleia da República, 2002), 246. Veja-se,
também, Joaquim Rodrigues Bicho, Torrejanos
de vulto (Torres Novas: Edição dos Serviços Culturais da Câmara Municipal
de Torres Novas, 1999), 47-50; Victor Manuel Lucas Rosa, Soudos Memórias do passado e depoimentos do presente (Torres Novas:
Edição da Câmara Municipal de Torres Novas, 2003), 85-88.
[3] As atas da
eleição podem ser consultadas no arquivo histórico da Misericórdia de Coimbra.
A eleição do representante das misericórdias para a 1ª Legislatura da Câmara
Corporativa (1935-1938) foi um processo muito participado. Pela importância,
tradição e centralidade geográfica, terá sido a Misericórdia de Coimbra a
escolhida para organizar a assembleia eleitoral e o seu provedor encarregue de
receber as credenciais de todas as instituições e preparar os cadernos
eleitorais. O acto realizou-se no dia 6 de Dezembro de 1934 com a presença ou
representação de 108 Misericórdias (só faltaram a esta eleição 5). Não
encontrei o caderno eleitoral desta primeira eleição mas é possível fazer o
levantamento das representações para este acto - encontram-se arquivadas numa
pasta do arquivo da Misericórdia de Coimbra, mas misturadas com as
representações para a segunda eleição em 1938, onde consta o respectivo caderno
eleitoral. O resultado do escrutínio eleitoral deu como mais votado o provedor
da Misericórdia de Torres Novas, Dr. Carlos Azevedo Mendes com 64 votos – cf.
Arquivo da Misericórdia de Coimbra, Livro das Actas das Eleições dos Provedores
Procuradores na Câmara Corporativa e Outras, 1ª acta, fl. 2. Refira-se que na
segunda eleição, em 20 de Novembro de 1938, Carlos Azevedo Mendes além de
representar por direito próprio a Misericórdia de Torres Novas, representava
também mais outras 11, a saber: Aljubarrota, Campo Maior, Ericeira, Fão,
Funchal, Miranda do Douro, Paredes de Coura, Ponta Delgada, Salvaterra do Extremo,
Valença e Vila do Porto. Esta segunda assembleia terá sido bastante conturbada
e com vários votos de protesto. Carlos Azevedo Mendes foi o terceiro provedor
mais votado.
[4] Em Fevereiro de
1911, sob a presidência de Carlos Azevedo Mendes, a sede do CADC é incendiada
por elementos das hostes republicanas que não viam com bons olhos os chamados
reaccionários da altura (ou "A Católica" como apelidavam os
militantes do CADC). A actividade do CADC foi retomada no ano lectivo
seguinte sob o impulso, entre outros, de Oliveira Salazar e Gonçalves
Cerejeira. Contextualizando o CADC na acção católica, veja-se Joana Brites,
«Construir a história. A sede do CADC em Coimbra», Lusitania Sacra, 2ª série, 19-20 (2007-2008), 121-169; J. M.
Tavares Castilho, Os Procuradores da
Câmara Corporativa (1935-1974) (Lisboa: Texto Editores, 2010), 29-31, António
Araújo, Os sons dos sinos. Estado e
igreja no advento do salazarismo (Coimbra: Tenacitas, 2010).
[5] Cf. Carvalho, A Assembleia Nacional no Pós-Guerra, 83-85; J. M. Tavares Castilho, Os Deputados da Assembleia Nacional
1935-1974 (Lisboa: Ed. Assembleia da República e Texto Editores, 2009),
231-232.
[6]
Pelo prisma das oposições,
veja-se a falta de democraticidade do processo eleitoral no Estado Novo, em
Mário Matos Lemos, Oposição e eleições no
Estado Novo / coordenação, introdução e conclusão de Luís Reis Torgal
(Lisboa: Assembleia da República, 2012).
Tenciono publicar durante a semana as introduções aos quatro artigos da minha autoria publicados na revista "Nova Augusta".
Quem estiver interessado em ler algum ou alguns dos artigos na íntegra, poderão solicitá-los no espaço reservado a comentários.
Os quatro artigos, como já informei anteriormente, têm os seguintes títulos:
"O percurso político de Carlos Azevedo Mendes"
"Carlos Azevedo Mendes e os Congressos das Misericórdias"
"O percurso autárquico de Carlos Azevedo Mendes"
" O Almonda pela escrita e orientações de Alberto Dinis da Fonseca, Carlos Azevedo Mendes e Augusto Azevedo Mendes"
No próximo número da revista Nova Augusta, a publicar no
final do corrente ano, sairá a segunda parte do artigo “Azevedo Mendes, uma
Família Torrejana” dedicada aos três irmãos mais novos da 1ª geração “Azevedo
Mendes” – Cândido, Carlos e Augusto.
Apresentam-se agora fotos dos três manos, na adolescência,
na idade adulta e na velhice:
Na sequência da foto publicada em 20 de Junho, publico nova foto da Maria Joana.
Estas são as duas únicas fotos que conheço da Maria Joana.
Agradeço a quem possa ter mais alguma foto onde ela apareça, que indique no espaço para comentários.
Encontro de colegas de turma no Colégio S. João de Brito.
Assinada no verso pelos participantes, dentre os quais os três futuros cunhados:
Nuno Mourão, José Azevedo Mendes e Nuno Vaz Pinto
A esclarecer se o encontro foi em Lisboa ou em Santo Tirso e ainda a data exacta: 5-12-4? (40, 41 ou 42)
As duas fotos dos manos Azevedo Mendes na praia, apresentadas no dia 21, deverão ser do Verão de 1928 e não de 1927
Foto facultada pelo associado Rui Beires, provavelmente tirada pelo seu pai, Eng. Carlos Beires.
Última estadia do Avô Cândido nas termas do Luso (faleceria no ano seguinte - 1966). Na foto estão também a Avó Victória, sua irmã Tia Quinhas - Maria Sirgado Antunes, o Tio Xico - Eng. Francisco Antunes e a Tia Bugia (que deveria estar de visita aos seus pais).
4-12 (1979)
Meu querido neto
Obrigado pela tua carta e boas notícias que muito estimei. Este ano fico-me aqui nos Soudos por isso poderás vir quando quiseres e me darás muito gosto. Beijos à Joaninha e Isabel e para ti com muitas saudades da tua avó amiga
Victória
Não repares nestes gatafunhos, escrevo cada vez peor